Notícias

Estados Unidos anunciam apreensão do petroleiro Marinera, ligado à Venezuela e sob bandeira russa

Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (7/1) a apreensão do petroleiro Marinera — antigo Bella 1 — em uma operação no Atlântico Norte, conforme relatado por agências internacionais. A interceptação foi confirmada por autoridades americanas e pela agência Reuters. 

🚢 Sobre o petroleiro Marinera

🔹 O navio, antes chamado Bella 1, estava vinculado ao transporte de petróleo venezuelano e foi sancionado pelos EUA por violar sanções. 

🔹 Em meados de dezembro de 2025, a embarcação conseguiu escapar de uma tentativa anterior de boarding no Caribe e cruzou o Atlântico. 

🔹 Durante a perseguição, a embarcação foi renomeada para Marinera e passou a navegar sob bandeira russa, com registro em Sochi. 

🔹 Autoridades dos EUA afirmam que o navio estava vazio no momento da apreensão. 

🚀 A operação dos EUA

🇺🇸 A ação foi conduzida pela Guarda Costeira dos EUA em conjunto com autoridades dos Departamentos de Justiça, Segurança Interna e Defesa, com base em um mandado judicial federal por violação de sanções americanas. 

🇬🇧 O Reino Unido apoiou a operação, oferecendo suporte operacional, incluindo embarcação e vigilância aérea. 

🇷🇺 A Rússia repudiou a apreensão, afirmando que a ação dos EUA violou o Direito Internacional (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar) e exigiu tratamento humano para a tripulação. 

🛢️ Contexto geopolitico

📍 A operação ocorre em meio a um contexto de grande tensão internacional, dias após os EUA terem capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro. 

📍 Washington tem reforçado um bloqueio global a navios sancionados que transportam petróleo venezuelano e ligado ao chamado “shadow fleet” — uma frota que busca driblar sanções usando bandeiras e registros variados. 

📌 Segundo navio apreendido

Além do Marinera, os EUA anunciaram também a apreensão de outro petroleiro ligado à Venezuela, o M/T Sophia, interceptado no Mar do Caribe durante a mesma operação.  

Botão Voltar ao topo