Campina Grande

Arrecadação própria de Campina Grande cresce 74,5% entre 2021 e 2024, aponta TCE-PB

A arrecadação tributária própria do município de Campina Grande apresentou crescimento entre 2021 e 2024, período correspondente ao primeiro mandato do prefeito Bruno Cunha Lima. Os dados são do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

De acordo com o levantamento, o Imposto Predial e Territorial Urbano passou de R$ 36,6 milhões, em 2021, para R$ 60,6 milhões em 2024, alta de aproximadamente 65%. O Imposto Sobre Serviços evoluiu de R$ 77,9 milhões para R$ 148,1 milhões no mesmo período, crescimento de cerca de 90%.

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis saiu de R$ 15,9 milhões para R$ 25,5 milhões, avanço aproximado de 60%. Já o Imposto de Renda Pessoa Física retido na fonte mais que dobrou, passando de R$ 38,3 milhões para R$ 78,1 milhões, aumento de 103%.

As taxas municipais cresceram cerca de 52%, de R$ 18,7 milhões para R$ 28,5 milhões. A Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública passou de R$ 28 milhões para R$ 35,2 milhões, elevação de 25%.

No consolidado geral, a receita tributária própria subiu de R$ 215,6 milhões, em 2021, para R$ 376,4 milhões, em 2024. O crescimento absoluto foi de aproximadamente R$ 160,7 milhões, o que representa alta de 74,5% ao longo dos quatro anos.

Apesar do aumento na arrecadação, a gestão municipal registrou, a partir de novembro de 2024, atrasos no pagamento de salários de servidores e contratos com fornecedores. Inicialmente concentrado na área da saúde, o problema se estendeu a outros setores da administração e, em janeiro, atingiu também aposentados e contratos de aluguel.

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